Madeira, metal, água, fogo, terra. Que tipo de mulher é você?
Muito antes dos físicos e biólogos falarem de "teia da vida" e descobrirem que o universo é mesmo uma gigantesca teia na qual tudo está sempre interagindo com tudo, os chineses já criavam teorias e explicações para o mundo ao seu redor baseadas nesta compreensão. A análise dos elementos da natureza e sua influência no nosso jeito de ser, por exemplo, está relacionada com a astrologia chinesa. O calendário chinês apresenta não só ciclos animais com duração de 12 anos, como também ciclos de elementos com duração de cinco anos: fogo, água, metal, terra e madeira.
O seu elemento é determinado pela data de seu nascimento e influencia sua personalidade de acordo com o tipo específico de energia.Veja qual elemento essencial você é: Este teste é parte integrante do livro Analise-se, da Editora Nova Era, que reúne diversos outros testes. Vale a pena conferir!
Água
5/2/62 até 12/2/64
15/2/72 até 22/1/74
25/1/82 até 1/2/84
Você é uma pessoa sensata e calma, conhecida por seus vastos conhecimentos e suas idéias profundas e filosóficas. Sua natureza sensível e capacidade de persuasão permitem que você enfrente com calma situações tensas. As pessoas contam com você para acalmar seus nervos abalados. Mas, em sua tentativa de manter a paz, você pode ser conciliadora demais e ceder aos desejos dos outros à custa de suas próprias necessidades.
Madeira
3/2/54 até 11/2/56
13/2/64 até 20/1/66
23/1/74 até 30/1/76
2/2/84 até 8/2/86
Os nascidos nos anos de madeira são tipicamente nobres e refinados amantes da beleza e das artes. Sua autoconfiança não provém de seu egotismo, mas de seu espírito generoso e seu amor à vida. Você é respeitada por sua natureza compassiva e compreensiva. Contudo, tende a aceitar mais do que pode suportar e, às vezes, isso gera raiva ou frustração. Sua autoconfiança significa que sabe o que quer e que pode agir seja com astúcia ou até com força para chegar lá.
Metal
28/1/60 até 4/2/62
6/2/70 até 14/2/72
16/2/80 até 24/1/82
Você é ambiciosa, energética e trabalha incansavelmente para atingir os objetivos que estabeleceu para si própria. As pessoas gostam de sua companhia porque é confiável e perspicaz. Mas a persistência, sua marca registrada, também pode se transformar em teimosia. Você tende a ser um pouco inflexível, ter uma mentalidade tacanha e até mesmo austera demais. Não relaxa com facilidade e entre seus colegas provavelmente sua fama é de ser uma viciada em trabalho.
Fogo
12/2/56 até 17/2/58
21/1/66 até 29/1/68
31/1/76 até 6/2/78
Se você nasceu sob o elemento de fogo, a paixão é sua força propulsora. Você é aventureira, alegre, inovadora e decidida. Seu enorme carisma tem ajudado a conquistar muitos amigos e admiradores. Mas o efeito que exerce sobre as pessoas é em duas direções: a força de sua vontade poderá afastá-las tão facilmente quanto atraí-las. Quando você está magoada ou zangada, sua língua é ferina e, se não encontrar um escape melhor para sua raiva, sua natureza apaixonada poderá dirigir estas emoções para dentro, fazendo-a ter comportamentos autodestrutivos, como abusar de comida e álcool.
Terra
18/2/58 até 27/1/60
30/1/68 até 5/2/70
7/2/78 até 15/2/80
A expressão “sal da terra” é perfeita para quem nasce nos anos de terra. Você é honesta demais, trabalhadora e extremante responsável. Tem uma cabeça boa e um forte senso equilíbrio e estabilidade. Mas sua grande autodisciplina pode privá-la de imaginação ou aventuras. Você desiste prontamente de passar uma noite com seus amigos na cidade para ficar em casa, pondo em dia seu talão de cheques.
fonte:ig delas
Mostrando postagens com marcador Cutura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Cutura. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 16 de junho de 2009
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
As máquinas que "excitavam" mulheres
Em meados de 1875, a revista "Medical Records", uma das mais reputadas publicações científicas da época, no mundo, publicou dois artigos que criaram enorme polêmica na Europa e nos Estados Unidos e também repercutiram no Brasil, reproduzidos e comentados pela "Gazeta Médica da Bahia" dentre outros veículos especializados. O assunto também chegou à grande imprensa como notas de rodapé e imagino deve ter tirado o sono de muito marido ciumento e quem sabe tenha comprometido a venda de máquinas de costura, coqueluche da época. O primeiro artigo, assinado pelo Dr. Guibort, condenava o uso das máquinas inventadas por Isaac Singer (1851) que naquele ano de 1875 não mais era patente exclusiva da Singer, mas também fabricadas pela Welson, Grover, Wuicox., Gritzner e Baker.O médico americano afirmava com todas as letras que a amenorréia, que vem a ser a interrupção do ciclo menstrual das mulheres, tinha como uma das causas (e escreveu isso no magazine) o uso continuo das máquinas de costura a pedal que chamou de anti-higiênicas. No mesmo artigo sugeria que a leucorreia, o popular corrimento, poderia também ser provocado pelo mesmo equipamento. O artigo repercutiu logo, dada a popularidade das máquinas de costura, invento que tinha aposentado definitivamente os teares e outros instrumentos primitivos de fiação que sangravam os dedos.
Atrito nas coxas
O "Medical Records" se viu, então, na contingência de se posicionar, emitindo um parecer oficial. E aí a emenda ficou pior do que o soneto. A revista em editorial condenava o estudo do Dr. Guibort, dizia que o equipamento não era anti-higiênico coisa nenhuma, mas deveria ser proibido, ou seu uso regulamentado, já que provocava tesão nas mulheres. Argumentação esta fundamentada numa pesquisa de opinião realizada com donas de casa onde as mesmas afirmavam que o continuo atrito das coxas ao pedalar produzia-lhes uma excitação fora do comum. Era "muito gostoso", segundo algumas depoentes. O "Medical Records" condenou as máquinas de costura que chamou de imorais, nesse contexto de rígida moral vitoriana, então, vigente.
Na Bahia, onde as mulheres naquele tempo tinham o biótipo de cadeiras largas e coxas grossas (imaginem o atrito!) conseqüência dos hábitos sedentários e do uso exagerado de alimentos gordurosos, a repercussão dos artigos reproduzidos na mídia local mexeu com os brios dos maridos ciumentos, a essas alturas muito preocupados com o quase adultério de suas esposas. Sorte deles que a "Gazeta Médica" e mesmo os jornais diários eram lidos quase que exclusivamente por homens. Mesmo assim alguns "puniram" as suas queridas esposas proibindo-lhes de usar o pecaminoso objeto, que cá entre nós ainda não era um produto popular. Máquinas de costura eram vendidas nas lojas de importados a um preço exorbitante já que a queda de patentes era ainda recente, 1873, por tanto dois anos antes do episódio aqui relatado.
Imaginário feminino
Imaginário feminino
O assunto rendeu algumas semanas e enquanto os brasileiros ardilosamente procuravam evitar que as máquinas de costura anunciadas nos jornais como um objeto imprescindível para o lar não fossem utilizados, os americanos mais pragmáticos, sugeriam aos fabricantes que usassem outra força motriz que não os pedais. A polêmica esgotou-se por despropositada e as máquinas de costura continuaram a ser anunciadas com a mesma freqüência de mídia e apelos de venda e, quem sabe, depois da exposição pública, povoando o imaginário feminino.
fonte:portal imprensa
sábado, 8 de novembro de 2008
Prazer garantido pela lei
Constituinte no Equador pode garantir satisfação sexual femininaUma intensa discussão conservadora no cenário político vem chamando a atenção no Equador. Isso porque uma deputada está prestes a levar a revolução sexual feminina para a Constituição. Maria Soledad Vela, que faz parte da assembléia que está reescrevendo as leis do país, propôs que as mulheres tenham direito à felicidade sexual
A deputada, que pertence ao partido esquerdista do presidente Rafael Correa, alega que as mulheres são tradicionalmente vistas como objetos sexuais ou como reprodutoras e que isto deve mudar. Para tanto, ela sugere a criação de uma lei que obrigaria os homens a satisfazerem sexualmente suas esposas ou companheiras. Segundo ela, as mulheres não podem ser deixadas de fora do objetivo da nova Constituição, que visa garantir uma melhor distribuição de renda e de direitos para as comunidades indígenas e para os pobres.
Não é preciso ser grande conhecedor da política equatoriana para saber como a oposição – especialmente os homens – reagiu à proposta. De acordo com o jornal El Comercio, o deputado Leonardo Viteri acusou Maria Soledad de tentar decretar o orgasmo por lei, mas isto não seria possível, já que depende de vários fatores que podem fugir do controle da legislação. Outro deputado teria classificado a proposta como ridícula e completou dizendo que um tema íntimo como este não deveria ser discutido numa assembléia
Maria Soledad não fala sobre a própria intimidade, mas alega que a lei se refere ao direito ao prazer sexual, não diretamente ao orgasmo. A deputada esclarece que o sexo é um tema difícil de se discutir no Equador e o que ela quer são leis mais claras sobre o direito à vida, à saúde e à educação sexual.
A maioria no Congresso é composta pela coligação de esquerda a qual Maria Soledad pertence. As chances da nova lei ser aprovada são grandes. Portanto, é bom os equatorianos se prepararem.
Já pensou se a moda pega? Uouuuu eu iria adorar hehehe!
Elas lêem mais
As mulheres lêem mais do que os homens. A conclusão é da pesquisa Retratos da Leitura, encomendada pelo Instituto Pró-Livro e realizada pelo Ibope. As mulheres lêem 5,3 livros por ano, contra 4,1 lidos pelos homens, dado abaixo da média nacional - de 4,7 livros por ano. Além disso, elas são maioria em quase todos os gêneros de leitura, enquanto os homens são mais interessados em história, política e ciências sociais.
No ranking dos leitores mais ativos, as mulheres perdem somente para as crianças, que atingem a excelente marca de 8,6 livros por ano na faixa dos 11 a 13 anos. A explicação para o fato é a fase escolar, que não só estimula como também cobra a leitura. A maioria dos adultos acaba se distanciando do hábito de ler, buscando os livros quando há a necessidade de obter conhecimento.
Dados nacionais
De acordo com o levantamento, a Região Sul detém o maior índice nacional, com 5,5 livros. A estimativa aumenta de acordo com a escolaridade. Entre os que têm formação superior, o número é de 8,3 livros por ano, enquanto para quem cursou até a 4ª série, a média é de 3,7.
A pesquisa mostra que 55% dos entrevistados afirmaram ter lido pelo menos um livro nos últimos três meses, o equivalente a 95 milhões de pessoas. A média nacional de 4,7 livros por ano é o dobro do registrado há oito anos.
Resultado ainda não é o ideal
Apesar da evolução do número de leitores, os dados do levantamento ainda mostram a necessidade de estimular a leitura. 45% dos participantes da pesquisa foram classificados como não-leitores, sendo eles, na maioria, integrantes da classe D, com renda familiar de um a dois salários-mínimos.
Entre os principais motivos alegados por essas pessoas estão a falta de tempo para ler (29%), o analfabetismo (28%) e a falta de interesse (27%). Outro dado preocupante: 7% dos entrevistados afirmaram que não entendem o que lêem
fonte:DNAmulher
Religioso quer que mulheres 'mostrem apenas um olho'

Um influente clérigo saudita lançou um decreto religioso (fatwa) dizendo que as mulheres que cobrem suas faces com um véu devem deixar apenas um olho descoberto. O xeque Mohamed Al Habdan fez a afirmação durante um programa de TV por satélite da emissora Al Maid, que transmite para vários países do mundo árabe e já foi plataforma para o lançamento de outras fatwas.
"Quando Ibn Abbas (um conhecido estudioso do islamismo) lia uma passagem do Alcorão (o livro sagrado dos muçulmanos) que mencionava o véu, ele cobriu sua face e um olho, mostrando apenas um pouco do outro olho e disse: este é o véu que cobre o rosto, apenas o suficiente para ver o caminho", disse ele.
Ele disse que as mulheres muçulmanas que usam o niqab, ou véu que cobre o rosto, ajustem a indumentária para que ela passe a cobrir um dos olhos.
Segundo ele, mostrar os dois seria "islamicamente incorreto", por não ser recatado o suficiente.
O niqab é bastante comum em vários países do Golfo e vem se tornando cada vez mais popular em países tradicionalmente mais liberais como o Egito.
Outras polêmicasAl Habdan já emitiu outras fatwas polêmicas, como a que proibia mulheres de saírem de casa sem a companhia de um mehrem, que é um guardião homem que seja proibido de casar legalmente com ela, como o pai, filho ou um irmão.
"Nada deixa o demônio mais contente do que assistir essas atletas mulheres competindo em trajes apertados", disse ele.
Para Lheidan, o problema das novelas turcas, um fenômeno atual de audiência no mundo árabe, seriam as cenas ambientadas nos quartos, algo proibido segundo o religioso.
Lheidan chegou a autorizar o assassinato de donos de emissoras que transmitem programas considerados anti-islâmicos, mas voltou atrás e disse que a sentença de morte deveria ser aprovada antes por um tribunal islâmico.
Outra fatwa incomum emitida recentemente foi a que classificou o personagem Mickey Mouse como um "agente de satã".
O xeque saudita Muhamed Munajid disse que, "tanto o rato doméstico como seu equivalente na ficção devem ser mortos".
fonte: BBC