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quarta-feira, 29 de junho de 2011

O amor bom é facinho

Por que as pessoas valorizam o esforço e a sedução?

Há conversas que nunca terminam e dúvidas que jamais desaparecem. Sobre a melhor maneira de iniciar uma relação, por exemplo. Muita gente acredita que aquilo que se ganha com facilidade se perde do mesmo jeito. Acham que as relações que exigem esforço têm mais valor. Mulheres difíceis de conquistar, homens difíceis de manter, namoros que dão trabalho - esses tendem a ser mais importantes e duradouros. Mas será verdade?

Acho que somos ensinados a subestimar quem gosta de nós. Se a garota na mesa ao lado sorri em nossa direção, começamos a reparar nos seus defeitos. Se a pessoa fosse realmente bacana não me daria bola assim de graça. Se ela não resiste aos meus escassos encantos é uma mulher fácil – e mulheres fáceis não valem nada, certo? O nome disso, damas e cavalheiros, é baixa auto-estima: não entro em clube que me queira como sócio. É engraçado, mas dói.

Também somos educados para o sacrifício. Aquilo que ganhamos sem suor não tem valor. Somos uma sociedade de lutadores, não somos? Temos de nos esforçar para obter recompensas. As coisas que realmente valem a pena são obtidas à duras penas. E por aí vai. De tanto ouvir essa conversa - na escola, no esporte, no escritório - levamos seus pressupostos para a vida afetiva. Acabamos acreditando que também no terreno do afeto deveríamos ser capazes de lutar, sofrer e triunfar. Precisamos de conquistas épicas para contar no jantar de domingo. Se for fácil demais, não vale. Amor assim não tem graça, diz um amigo meu. Será mesmo?

Desde a adolescência, e no transcorrer da vida adulta, todas as mulheres importantes me caíram do céu. A moça que vomitou no meu pé na festa do centro acadêmico e me levou para dormir na sala da casa dela. Casamos. A garota de olhos tristes que eu conheci na porta do cinema e meia hora depois tomava o meu sorvete. Quase casamos? A mulher cujo nome eu perguntei na lanchonete do trabalho e 24 horas depois me chamou para uma festa. A menina do interior que resolveu dançar comigo num impulso. Nenhuma delas foi seduzida, conquistada ou convencida a gostar de mim. Elas tomaram a iniciativa – ou retribuíram sem hesitar a atenção que eu dei a elas. Toda vez que eu insisti com quem não estava interessada deu errado.

Toda vez que tentei escalar o muro da indiferença foi inútil. Ou descobri que do outro lado não havia nada. Na minha experiência, amor é um território em que coragem e a iniciativa são premiadas, mas empenho, persistência e determinação nunca trouxeram resultado.

Relato essa experiência para discutir uma questão que me parece da maior gravidade: o quanto deveríamos insistir em obter a atenção de uma pessoa que não parece retribuir os nossos sentimos?

Quem está emocionalmente disponível lida com esse tipo de dilema o tempo todo. Você conhece a figura, acha bacana, liga uns dias depois e ela não atende e nem liga de volta. O que fazer? Você sai com a pessoa, acha ela o máximo, tenta um segundo encontro e ela reluta em marcar a data. Como proceder a partir daí? Você começou uma relação, está se apaixonando, mas a outra parte, um belo dia, deixa de retornar seus telefonemas. O que se faz? Você está apaixonado ou apaixonada, levou um pé na bunda e mal consegue respirar. É o caso de tentar reconquistar ou seria melhor proteger-se e ajudar o sentimento a morrer?

Todas essas situações conduzem à mesma escolha: insistir ou desistir?

Quem acha que o amor é um campo de batalha geralmente opta pela insistência. Quem acha que ele é uma ocorrência espontânea tende a escolher a desistência (embora isso pareça feio). Na prática, como não temos 100% de certeza sobre as coisas, e como não nos controlamos 100%, oscilamos entre uma e outra posição, ao sabor das circunstâncias e do tamanho do envolvimento. Mas a maioria de nós, mesmo de forma inconsciente, traça um limite para o quanto se empenhar (ou rastejar) num caso desses. Quem não tem limites sofre além da conta – e frequentemente faz papel de bobo, com resultados pífios.

Uma das minhas teorias favoritas é que mesmo que a pessoa ceda a um assédio longo e custoso a relação estará envenenada. Pela simples razão de que ninguém é esnobado por muito tempo ou de forma muito ostensiva sem desenvolver ressentimentos. E ressentimentos não se dissipam. Eles ficam e cobram um preço. Cedo ou tarde a conta chega. E o tipo de personalidade que insiste demais numa conquista pode estar movida por motivos errados: o interesse é pela pessoa ou pela dificuldade? É um caso de amor ou de amor próprio?

Ser amado de graça, por outro lado, não tem preço. É a homenagem mais bacana que uma pessoa pode nos fazer. Você está ali, na vida (no trabalho, na balada, nas férias, no churrasco, na casa do amigo) e a pessoa simplesmente gosta de você. Ou você se aproxima com uma conversa fiada e ela recebe esse gesto de braços abertos. O que pode ser melhor do que isso? O que pode ser melhor do que ser gostado por aquilo que se é – sem truques, sem jogos de sedução, sem premeditações? Neste momento eu não consigo me lembrar de nada.

(Ivan Martins )

terça-feira, 21 de junho de 2011

Casar pra quê?

O que significa o casamento para você?

Para alguns, é amor, paixão, companheirismo, família, felicidade. Para outros, responsabilidade, preocupação, brigas, problemas, traição. Embora a taxa ainda seja mínima, ainda existem aqueles – e aquelas – que, depois do divórcio, não querem mais nem saber de casar de novo. Será que um relacionamento pode ter sido tão prejudicial a ponto de desiludir uma pessoa sobre a possibilidade de uma nova união?

Os dados oficiais são alarmantes. De acordo com o Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010, 23% dos casamentos terminaram em divórcio e essa é uma curva que não para de crescer. “Um a cada quatro casamentos termina em divórcio. Talvez esse número seja até um pouco maior, porque temos apenas os dados oficiais, de casamentos formais. Não estamos contando as uniões estáveis”, diz Arlete Maria Gavranic, psicóloga e psicoterapeuta especialista em Terapia e Educação Sexual pela SBRASH (Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana) e coordenadora dos cursos de pós-graduação do ISEXP (Instituto Brasileiro de Sexologia Psicossomática).

Embora ainda exista uma parcela dos divorciados que, não querem tentar uma nova união, a grande maioria deles busca reconstruir suas vidas ao lado de outra pessoa. “É um desejo encontrar alguém, por mais que não seja num casamento formal. As pessoas, no entanto, se tornam mais cuidadosas, experimentam mais antes de construir a relação. A busca tende a continuar especialmente após a primeira separação, mas quando acontece pela segunda ou terceira vez, elas começam a optar por ficar sozinhas”, explica Arlete.

Fonte:Maisde50

domingo, 12 de junho de 2011

13 razões para odiar o Dia dos Namorados

Aqui vão 13 motivos para as mulheres odiarem o Dia dos Namorados.
Sim homens, nós também podemos odiar essa data!

Você nunca pode reclamar sobre a data. Se estiver solteira é uma pessoa amarga e se estiver acompanhada, seu namoro deve estar uma droga.

Se o seu namorado der presentes fofos tipo um ursinho ou um cartão idiota com cachorrinhos que se amam, você vai achar ele um babaca. Se ele não der, você também vai achar ele um babaca porque, no fundo, sempre queremos reviver aquele primeiro namoro imaginário que tivemos aos 12 anos.

Você vai ter que se depilar com esse frio! E tirar a roupa nesse frio! E dormir na sala porque ele ronca muito nesse frio!

Ele não vai te dar diamantes, afinal, é só uma data besta. Então ele vai te dar presentes bestas. E você ainda vai ter que sorrir porque, afinal, você também comprou algo meio besta. E o amor é besta.

Nos comerciais, anúncios, filmes e até spots de rádio, todo mundo é muito mais apaixonado e feliz do que você.

Sempre tem uma amiga que vai ganhar um presente melhor que o seu. (até porque sempre tem uma vaca com o namorado melhor que o seu!).

Não existe noite perfeita de Dia dos Namorados porque não existe noite perfeita nunca e muito menos em uma data que você está desesperadamente esperando que seja perfeita.

Você vai engordar porque não existe pedir só uma saladinha no jantar do Dia dos Namorados. Justo hoje que pega bem uma lingerie pequena.

Tudo vai estar lotado de gente que se ama. Aff que chatice.

Você será obrigada a ver casais feios se beijando. É sempre meio nojento ver gente feia sensualizando.

Vocês estarão românticos! E uma noite sem cinismos e piadas pode ser insuportável.

Se ele errar o tamanho pra menos, você vai se sentir mal. Se ele errar pra mais, você vai se sentir mal. Se ele não errar no tamanho, ela vai esperar que ele erre na cor porque mulheres estão sempre caçando erros pra justificar a infelicidade que é ter hormônios malucos.

E o maior de todos os motivos: você está sozinha! E seus 789 ex namorados estão agora com imbecis “sem sal” que reclamam menos do que você porque lhes faltam inteligência e poder argumentativo

Fonte: Revista Alfa

Um namorado que mente!

Eu penso que amar alguém que não nos transmite confiança é ser irrresponsavel demais consigo mesmo e uma grande demonstração de imaturidade emocional...

Ou entao um sinal de que esta pessoa tem satisfação por sofrimento....

Não é possível confiarmos numa pessoa que mente, a não ser que queiramos nos iludir e tentemos achar desculpas para não perder o encantamento por esta pessoa. Não é possível confiarmos em pessoas cujo comportamento não está de acordo com suas palavras e suas afirmações.

Veja bem... se somos desleais com as pessoas então como ter certeza de que outras pessoas não farão o mesmo conosco??

Pessoas que não tem esse hábito de mentir, jamais conseguirá um relacionamento duradouro com pessoas que mentem. Mentirosos atraem mentirosos.... e essas pessoas nunca são e muitos menos estão felizes.

Em fim....odeio mentiras!

A felicidade sentimental depende do estabelecimento da confiança reciproca e isso é somente privilégio de pessoas íntegras e de caráter.

By Sandra Cantii
12/junho/2011
Dia dos Namorados!


sábado, 14 de maio de 2011

‘Camisinha-viagra’ ajuda a manter a ereção

Camisinha com efeito de Viagra. A novidade foi criada por uma empresa britânica com o objetivo de incentivar homens que têm dificuldade em manter uma ereção a usarem mais camisinha, já que um estudo mostrou que esses homens usam menos preservativo do que a maioria.

Trata-se de um preservativo comum que vem recheada de gel vasodilatador.

A substância é parecida com a do Viagra e outros medicamentos similares, mas tem uso tópico e local. O produto aumenta a circulação sanguínea no pênis, o que ajuda a ter uma ereção melhor e mais longa.

Segundo os estudos clínicos, os voluntários experimentaram ereções mais duradouras e um aumento do tamanho do pênis. Mas os homens que não se animem muito, de acordo com os fabricantes a camisinha-viagra é destinada apenas para quem tem disfunção erétil.

A camisinha está em fase final de aprovação para comercialização e deve começar a ser vendida no fim do ano na Europa. Por enquanto ainda não foram divulgados planos para vender o produto para outros mercados.



Fonte: VilaDois

Morar junto ou não morar? Eis a questão

Você e seu namorado querem aumentar a intimidade, passar mais tempo grudados, descobrir se foram mesmo feitos um para o outro… E a idéia de morar junto combina perfeitamente com essas intenções. Mas será que vão fazer um bom negócio? Você pode fazer algumas perguntas antes de encarar esse desafio:

Será que está na sua hora? Dividir um apartamento com o namorado é dormir e acordar junto dele sem ter hora para ir para a casa… Mas o que está por trás desses sonhos? É muito fácil confundir as estações e resolver se mudar com o bonitão apenas para não precisar mais dar satisfação à família, por exemplo.

Ele quer o mesmo que você? O namoro correu às mil maravilhas até agora, mas há o risco de deixarem de falar a mesma língua depois de passarem a dormir numa única cama. Afinal, o fato de continuarem a ser namorados (e não marido e mulher) pode dar margem a diferentes interpretações do que cada um acha que pode — e não pode — sob o mesmo teto. Para investigar se estão no mesmo barco, pergunte o que ele quer com a nova relação.

Será que vai dar certo? A grande cilada é acreditar que, por não ter papel assinado, a responsabilidade é menor. É por essas e outras que há quem se sinta mais seguro num casamento do que numa coabitação. A intenção é avisar que o sucesso da relação vai depender do comprometimento.



Fonte: MdeMulher

Sempre sinto vontade de fazer xixi durante o sexo. Por que isso acontece?

Dependendo da posição, sua bexiga é pressionada na hora da penetração, causando vontade de urinar.

A uretra, canal por onde sai a urina, também é estimulada durante o sexo, especialmente no momento do orgasmo, em que essa sensação se intensifica. “Quando a contração é muito intensa, não conseguimos segurar e a urina pode sair”, explica a ginecologista Maria Luiza Campos da Silva.

Para evitar isso, vá ao banheiro antes de começar a transa. Se o problema persistir, procure um médico para fazer um exame detalhado.


Fonte: MdeMulher

domingo, 24 de abril de 2011

“As mulheres são confusas a respeito do homem ideal”


Flávio Gikovate é psiquiatra há mais de 40 anos.
O psiquiatra lança seu trigésimo livro, “Sexo” (MG Editores), no qual reflete a respeito da sexualidade humana e a satisfação (ou não) nos relacionamentos amorosos.

Veja entrevista:

No livro você fala sobre a inversão de valores na hora de procurar um parceiro. No caso das mulheres, a escolha é geralmente feita pelo aspecto erótico ou sentimental? Flávio Gikovate: Temos evoluído pouco no aspecto sentimental. As pessoas continuam buscando parceiros com os quais não têm afinidades intelectuais, de caráter, projetos e estilo de vida. E escolher um parceiro tomando por base o encantamento erótico inicial é perigoso porque quase sempre o fascínio erótico te direciona para cafajestes.

As mulheres são confusas a respeito do homem ideal para elas. Até poucas décadas atrás, ele deveria ser o protetor e o provedor. Hoje deve ser companheiro, participar das atividades familiares, ser mais carinhoso e moralmente confiável.

E o que as mulheres mais gostam na cama? Flávio Gikovate: Em geral, preferem a estimulação do clitóris com o objetivo orgástico. A penetração tem mais significado simbólico, relacionado com se sentir possuída.



Fonte: IgDelas....Veja Enrevista Complesta

“Troco o Príncipe Encantado pelo Lobo Mau”

Autora de “Troco o Príncipe Encantado pelo Lobo Mau” fala ao Delas e apresenta uma visão irreverente sobre a mulher moderna

Obra de estreia da espanhola Raquel Sánchez Silva, a publicação questiona o comportamento e as expectativas femininas em relação aos relacionamentos amorosos. “Nem sapatinhos de cristal, nem pozinhos mágicos, nem espelho que fala a verdade. Sou mais um supersapato de Manolo Blahnik, sexo de verdade e os melhores elixires da juventude eterna”, brinca ela no livro que pretende ser “um guia para se livrar dos ideais ultrapassados”.

O que o lobo mau tem de bom que o príncipe não tem? Raquel Sánchez: O lobo feroz tem pegada e sabe enlouquecer você. O príncipe te leva no seu cavalo branco, mas seus beijos deixam você fria. É preciso escolher ou encontrar uma combinação possível (é difícil encontrar o híbrido, mas ele existe). Na realidade, todas queremos o mesmo: um lobo apaixonado sábado à noite, e um príncipe doce que nos acorde aos domingos de manhã.

Fonte:IgDelas

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Até sutiã à prova de bala

As ex-primeiras-damas Evita Perón e Imelda Marcos são fortes candidatas ao posto de primeira-perua do século.

Maior heroína da Argentina, Evita Perón, mulher de Juan Perón, tinha uma coleção de 1.200 vestidos, 600 casacos de pele e 900 pares de sapatos. Para transportar suas roupas, chegou a usar 130 malas numa única viagem.

Imelda, casada com o ditador filipino Ferdinand Marcos, não fez por menos. Seu guarda-roupa continha 3.000 pares de sapatos, 200 cintas-ligas, 1.000 meias-calças e 500 sutiãs pretos. Pasmem: um deles é à prova de balas.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Por que as mulheres gritam na cama?

Por que as mulheres gritam na cama? É mesmo fato que os homens apreciam uma sinfonia orgástica anunciando os píncaros da glória da parceira? Ou a coletânea de urros e sussurros não passa de mais um dos tantos mitos que conferem ao erotismo muita pirotecnia e pouco gozo?

Não existe nenhuma relação entre prazer e sonoridade — menos ainda no raciocínio de que, quanto maior a alegria, mais forte a gritaria. E ainda arrisco o palpite de que muita gritaria indica justamente o contrário. Sigamos a lógica. Quando alguma coisa dói, é normal que a gente grite. O organismo foi programado para isso, é um mecanismo de defesa que sinaliza um pedido de socorro. Disso para a ópera pornográfica foram milênios de esforço adaptativo.

Talvez a associação entre gritaria e prazer seja herança da indústria pornográfica. Aquele esplendor de “uh” pra cá e “oh” pra lá, e hordas de “yes” e “give it to me”, com loiras incandescentes transbordando orgasmos sucessivos, pode ter criado nos homens a impressão de que, se a mulher não geme alto e em bom tom, é porque ele não está agindo a contento. E, nas mulheres, pode ter incutido o sentimento de obrigação de urrar agradecidamente cada vez que ele torce a rebimboca ou ajusta a parafuseta. Tudo culpa de Hollywood. Mas por que a gritaria sublençóis se tornou um fetiche, eu diria que é uma inversão compensatória para os males da modernidade.

Para o macho oprimido pelos tempos e massacrado pela cultura, causar dor à sua fêmea é o resgate de um poder ancestral de predador. Simbolicamente, os gritos das mulheres são uma forma de dizer “ui, como você é grande e forte” (ou seja, macho), “ui, como machuca” (macho), “ui, sou toda sua, faça comigo o que quiser” (machooooooooooo). Nisso está toda a lascívia de um espetáculo que, mais do que sonoro, é compensatório — é uma maneira de o homem se sentir dominante sobre a fêmea e de ela se submeter à única coisa que ainda os difere: o pênis.


Revista Alfa

domingo, 9 de janeiro de 2011

Sexo oral: “É mais fácil dar prazer que receber”

O sexo oral é uma das formas mais eficazes de levar uma mulher ao orgasmo. Mas essa prática tão prazerosa ainda desperta inseguranças femininas, segundo o terapeuta americano Ian Kerner, especialista em sexo e relacionamentos.

Em seu livro “She Comes First” Kerner afirma que, ao contrário do que muitas mulheres pensam, os homens gostam sim de fazer carícias com a boca nas parceiras – em são elas que se sentem desconfortáveis, preocupadas com a satisfação do outro ou com o próprio corpo. O autor de Best Sellers como “Amor nos tempos da cólica” rebate alguns desses complexos e afirma que as mulheres têm baixa autoestima vaginal e sexual.

01)As mulheres têm dúvidas se os homens gostam de fazer sexo oral nelas ou se estão ali por obrigação. Quais as principais inseguranças que justificam isso?
Ian Kerner: Mulheres precisam saber que os homens adoram fazer sexo oral tanto como gostam de receber. Elas se preocupam se está levando tempo demais ou que não cheiram bem lá embaixo, quando na verdade a vulva e os pelos pubianos contribuem para o desejo masculino porque têm feromônios. Além disso, as mulheres acreditam que seus genitais não são atraentes e isso tem muito a ver com os filmes pornôs nos quais só aparecem mulheres com vaginas perfeitas.

02)Então as mulheres se sentem mais tímidas para receber sexo oral que para fazer no parceiro?

Ian Kerner: Sim, para muitas mulheres é mais fácil dar prazer que receber. É só olhar para as revistas femininas: há milhares de dicas para agradar um homem e poucas para receber prazer. É comum também que elas tenham baixa autoestima sexual e genital. Com isso, não conseguem relaxar e encontram dificuldades para chegar ao orgasmo.

03)E quais as recomendações que você dá para as mulheres que ficam desconfortáveis na hora de receber sexo oral?

Ian Kerner: Aproveite. Não há problema em dar um retorno do que é gostoso e o que não é. O sexo oral é a forma pela qual a maioria das mulheres atinge um orgasmo. E se você não está se sentindo tão bem com seu corpo, diminua as luzes.

04)Mas não são só as mulheres que têm restrições, certo? Alguns homens também evitam fazer sexo oral. Estão sendo egoístas na cama ou eles também têm encanações? E há um jeito melhor de pedir esse tipo de carícia?

Ian Kerner: Quando um homem evita o sexo oral pode ser que ele não saiba bem o que está fazendo ou não tenha experiência. É possível tentar uma abordagem natural, propondo uma posição como a 69, por exemplo. Faça isso como parte de uma fantasia sexual, mostrando o quanto o sexo oral agrada. Mas se o parceiro estiver sendo insensível com o prazer da mulher, talvez não valha a pena gastar tempo com ele.

Fonte: Ig Delas

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Toda mulher bonita é lésbica de si mesma

Boa parte das mulheres normais já encostou seus lábios nos das amigas. Algumas usaram a língua. Outras foram além e partiram para o agarra. Muitas vezes no banheiro.

Nelson Rodrigues defendia que toda mulher bonita é um pouco namorada lésbica de si mesma. Até as feias descobrem um ângulo que as favorece — o desenho da boca entreaberta, o decote, as pernas cruzadas — e gastam alguns segundos do dia se admirando, como em um namoro velado. Nós achamos o corpo feminino mais bonito que o masculino. Da mesma forma que vocês, babamos ao ver uma revista de mulher pelada. Ao assistir a um filme pornô, prestamos mais atenção na gostosa do que no pau gigantesco deles. O que a gente não entende bem é o fascínio que os homens têm pela imagem de duas mulheres se pegando. Divirto-me com a cara que vocês fazem ao presenciar duas jovens atraentes indo juntas ao banheiro. Aquele olhar fixo embasbacado que os homens não conseguem disfarçar. Afinal, mesmo que a intenção das mocinhas seja simplesmente fazer xixi, uma verá a outra nua da cintura para baixo. Imaginar essa cena proporciona ao menos 5 segundos de alegria para vocês. Mulheres peladas juntas, seja qual for a circunstância, é sucesso de audiência. Nunca falha.

(*) Rita Cassandra é jornalista e fã de filmes pornôs: ritacassandra@revistaalfa.com.br

Fonte: Revista Alfa - Veja matéria completa

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Os homens adoram mulheres barraqueiras! (Parte II)

Recentemente postei um artigo sobre esse assunto, mas depois de alguns comentários com minhas amigas vim concluir o artigo.

Nessas conversas descobri que "muitos homens gostam de mulheres ciumentas que fazem barraco. Apesar de reclamarem disso, a maioria no fundo se sente muito amado, necessário e insubstituível com atitudes ciumentas das companheiras".

Gostaria muito mesmo que os homens pudessem se manifestar a respeito.

Embora acho isso muito comum ainda assim não acho normal!

By sandra cantii

domingo, 2 de janeiro de 2011

Brigar por você?? Mas nem Morta!

Esses homens são muito engraçados mesmo...(tudo bem.. nem todos).
Me lembro que num relacionamento onde a ex-mulher resolveu dar o ar da graça, o folgado do meu namorado simplesmente disse: "briga por mim meu amor"!!

Achei um disparate muito grande e respondi: Brigar pro você? Nem morta!

Taí uma coisa que eu nao sei fazer mesmo: "brigar por causa de homem"

Penso que tudo que vem acompanhado de "brigas" nao duram tanto!

Daí encontrei uns conselhos bem interessantes na internet e resolvi compartilhar com vocês:

01) Nenhum homem do mundo vale tanto a pena para você brigar (literalmente) por ele.

02) Não seja barraqueira:
A briga deve ser evitada, e tudo o que pode levar a briga. Não faça barraco! Não perca a pose! Seja uma diva. Seja superior.

03) O cara tem que vir atrás de você e não o contrário.

04) Se ela começar o barraco, termine.
Diga que não é mulher de barraco, que aquela discussão acabou, saia andando rápido dali.

By sandra cantii
Fonte dos conselhos: Papo de homem

sábado, 18 de dezembro de 2010

Os benefícios do choro para a mulher

Muitas mulheres acreditam que o choro não traz vantagem alguma para o seu corpo. Ou ainda que derramar algumaslágrimas é considerada uma atitude de fraqueza. Mas, elas estão enganadas! Na verdade, chorar é algo que traz muitos benefícios para o nosso organismo. Para chorar, o corpo necessita de um enorme controle sobre a respiração e ainda pede um conhecimento das emoções desagradáveis e até das positivas.

O choro traz calma à mulher

Há mais de 400 sensações que podem nos levar às lágrimas, seja de raiva, tristeza, felicidade, admiração, arrependimento, decepção, agonia, entre muitas outras. A questão é que o pranto é um remédio e tanto! Ele alivia diversos estados emocionais, como a ansiedade. As mulheres que guardam as suas emoções ao invés de chorar, enfrentam tensões e ainda são mais suscetíveis à asma, ansiedade e úlcera intestinal.

O choro traz calma à mulher, que sente um grande alívio após derrubar algumas lágrimas, pois é como se o pranto esvaziasse a nossa alma. Além disso, chorar aproxima as pessoas e ajuda a fortalecer relações e criar novos laços de amizade. É uma atitude automática, quando vemos uma pessoa chorando, damos a ela compreensão e apoio. Portanto mulheres, se você passar por algum momento difícil ou até por uma tristeza ou agonia, lembre-se que chorar é o banho da alma!

Fonte: Diario Feminino

sábado, 11 de dezembro de 2010

É amor ou apenas comodismo?

Tem gente que gosta de acumular coisas. Outras acumulam pessoas.

Muitas vezes, com medo de ficar só, mantemos relações já desgastadas, nas quais o prazer foi esquecido há muito tempo. Carregamos nas costas o peso do comodismo, fechando os olhos para novas oportunidades.

Quantas relações assim você mantém em sua vida, com medo do novo?

Falta de compreensão, de companheirismo, de diálogo, de respeito e de confiança são fatores que realmente podem acabar com um amor. Conforme o tempo passa, a sensação é de que tudo que já existiu está acabando. Como se os tons de uma tela perdessem as cores fortes, por acúmulo de poeira ou exposição ao sol. Pura falta de cuidado.

SER FELIZ OU TER RAZÃO?

Muitos casais permanecem juntos, mas não se sentem satisfeitos. Acabam reclamando com frequência das decepções causadas por brigas, discussões e desconfianças.

Situações mal resolvidas são realmente difíceis, mas costumo dizer que nada é impossível nesta vida. Se desejarmos com o nosso coração, acabamos realizando as mudanças mais inusitadas.

Arriscar na própria transformação é a única maneira de realmente tentar reinventar uma relação de amor.

Quando mergulhamos nas nossas fraquezas, sempre acabamos por descobrir a intransigência,o orgulho, a prepotência e o próprio desgaste pessoal. Além de falta de amor próprio e a desonestidade consigo mesmo. Quando procuramos uma válvula de escape num outro relacionamento para preencher o vazio interno, na maior parte das vezes estamos com muita vontade de ter razão e pouca vontade de ser feliz.

Se um dos envolvidos realmente decide assumir suas próprias dificuldades e elimina o hábito de apontar o outro como a causa absoluta de seus desagrados, o amor tem grande chance de reviver.

DÊ UMA CHANCE AO AMOR

A felicidade não mora no exterior, mas no seu interior. Todos dependemos unicamente de nós mesmos para nos satisfazermos. Depositar no outro esta responsabilidade é desonesto com você e com a outra pessoa também. Todo casal que decide se reconquistar acaba reencontrando e fortalecendo ainda mais o respeito, a admiração, a amizade e o amor.

Desista das velhas frases, reveja seus comportamentos, pensamentos e atitudes. Dê uma chance para vocês. Quando um se modifica, inevitavelmente o outro tende a mudar também. Com os dois conscientes e com vontade de investir nos anos de convivência, um novo e forte sentimento pode queimar em seus corações. Mas se já esta cansado e acredita que não tem mais jeito, não adianta insistir. Neste caso, encha seu coração de coragem, de amor por você e pelo outro, pegue em suas mãos sua vida e seja feliz mesmo assim.

Não se acomode nunca, a vida passa rápido. Sei que não é fácil, longe disso. Afinal reconhecer nossas fraquezas é muitas vezes dolorido. Mas vale muito a pena. Com a lição já aprendida, num próximo momento você pode se dar a oportunidade de fazer tudo diferente, mesmo que seja nesta antiga relação desgastada.

Seria bom que nós entendêssemos que todos os relacionamentos se fazem com cuidados, carinhos, respeito, amizade, atenção, abraços, transparência, elogios e muitos beijos. Devemos construir as relações sobre as qualidades. Jamais acusar. Sempre falar só sobre o que e como nos sentimos. Só desta maneira teremos certeza da verdade, pois só temos condições de falarmos com certeza de nós mesmos, nunca do outro. Aquele que se preocupa em achar os erros do outro não tem tempo para o amor.

Cuidar de nossas relações é como cuidar do amor que dedicamos a nós mesmos!

Fonte: Personare