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domingo, 24 de abril de 2011

“As mulheres são confusas a respeito do homem ideal”


Flávio Gikovate é psiquiatra há mais de 40 anos.
O psiquiatra lança seu trigésimo livro, “Sexo” (MG Editores), no qual reflete a respeito da sexualidade humana e a satisfação (ou não) nos relacionamentos amorosos.

Veja entrevista:

No livro você fala sobre a inversão de valores na hora de procurar um parceiro. No caso das mulheres, a escolha é geralmente feita pelo aspecto erótico ou sentimental? Flávio Gikovate: Temos evoluído pouco no aspecto sentimental. As pessoas continuam buscando parceiros com os quais não têm afinidades intelectuais, de caráter, projetos e estilo de vida. E escolher um parceiro tomando por base o encantamento erótico inicial é perigoso porque quase sempre o fascínio erótico te direciona para cafajestes.

As mulheres são confusas a respeito do homem ideal para elas. Até poucas décadas atrás, ele deveria ser o protetor e o provedor. Hoje deve ser companheiro, participar das atividades familiares, ser mais carinhoso e moralmente confiável.

E o que as mulheres mais gostam na cama? Flávio Gikovate: Em geral, preferem a estimulação do clitóris com o objetivo orgástico. A penetração tem mais significado simbólico, relacionado com se sentir possuída.



Fonte: IgDelas....Veja Enrevista Complesta

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Livro sobre o feminismo será hoje 03 de dezembro

Nesta quinta-feira, dia 3 de dezembro, a tradução do “Dicionário Crítico do Feminismo” (Editora Unesp), primeira obra sobre o tema publicada na Europa, estará nas prateleiras brasileiras. Como o nome já aponta, a publicação de origem francesa tem como objetivo explicar determinados termos como “gênero”, “trabalho doméstico”, “movimento social” e, claro, “feminismo”.
Organizado por um grupo de pesquisadores voltados para o estudo de diferenças sociais relativas ao gênero, o guia não se prende apenas aos conceitos do movimento feminista, mas discute também atitudes e políticas que se referem à hierarquia dos sexos em diferentes contextos.
Com isso, de acordo com Helena Hirata, uma das organizadoras do dicionário, cada um dos 48 verbetes tratados é abordado por meio de sua definição, seu desenvolvimento histórico, os debates e o seu significado atual.
Fonte:ig delas

quarta-feira, 9 de maio de 2007

MULHERES OUSADAS CHEGAM MAIS LONGE

Se você trabalha sem parar, sem uma pausa, vive com medo de ofender os outros e fica deprimida facilmente, se você explica demais quando lhe pedem uma informação ou pede a opinião de todo mundo antes de tomar uma decisão, é muito provável que já tenha sido preterida em várias oportunidades de promoção e ignorada quando expõe suas idéias. Embora talvez não tenha consciência disso, comportamentos imaturos como esses podem estar sabotando sua carreira!

MULHERES CORAJOSAS SEMPRE VENCEM

O leitor vai aprender a superar seus medos, enfrentar os desafios e conseguir o que quer. O medo é um sentimento muitas vezes prejudicial ao desenvolvimento pleno das pessoas. Há vários tipos de Medo, e os prinicipais são tratados neste livro. no amor e na família, medo do fracasso, do sucesso, da rejeição e o desencorajamento... Por que temos medo em relação à idade e a doenças, medo de Deus e da morte, ou até mesmo de liderar as mudanças da nossa vida? A autora dá dicas, exemplos e experiências completas, que ensinam homens e mulheres a conquistar uma vida mais segura e feliz

O PODER FEMININO


Vestir-se bem, cuidar da aparência até com cirurgia plástica se preciso, saber escolher um homem: tudo o que uma mulher precisa saber para aumentar o seu poder está agora reunido em "O Poder Feminino". A obra mostra como as mulheres podem melhorar sua auto-estima, utilizar melhor e aumentar sua capacidade de sedução, desde os cuidados com a beleza e o corpo até técnicas para fazer o seu marketing pessoal

MULHERES: POR QUE SERÁ QUE ELAS...?


SINOPSE DO LIVRO

Por que as mulheres hidratam os cotovelos? Por que insistem em usar roupas com botões nas costas? Por que enlouquecem diante de sapatos e bolsas? Porque confiam tanto na astrologia e no tarô? Por que acham normal fazer quatro coisas ao mesmo tempo? Por que confundem magreza com felicidade? Por que fazem tão pouco o que querem, preferindo fazer tudo o que acham que os homens querem? Ao desenvolver o texto de Mulheres: por que Será que Elas...? a partir de perguntas relativas ao cotidiano feminino, a jornalista Leila Ferreira produziu um bem-humorado esboço de resposta para uma questão fundamental: afinal, o que é ser mulher neste início de século 21? O resultado - lançado em livro pela Editora Globo - é uma terna (porém aguda) análise das loucuras cotidianas que só as mulheres são capazes de cometer. Moda, consumo, homens, auto-estima, esoterismo, culpa, sexo, hormônios, estética, estresse e - claro - amor estão entre os temas desta panorâmica sobre o comportamento do eu feminino contemporâneo. Experiente entrevistadora, a autora buscou a matéria-prima de seu livro na vida real. Numa peregrinação por bares, restaurantes, salões de cabeleireiro e clínicas de estética, entre uma infinidade de outros locais, Leila conversou com mais de 50 mulheres. Um esforço compensado por depoimentos e histórias tão absurdamente engraçados que, embora sejam de verdade, parecem pura ficção.

terça-feira, 8 de maio de 2007

25 MULHERES QUE ESTÃO FAZENDO A NOVA LITERATURA BRASILEIRA


Com 25 MULHERES QUE ESTÃO FAZENDO A NOVA LITERATURA BRASILEIRA, Rufatto constrói uma coletânea panorâmica, que não se arroga definitiva, nem em relação aos nomes nem à qualidade dos textos.

Nós, Mulheres


"NÓS, MULHERES Vol.2"- “Mirem-se no exemplo daquelas mulheres de Atenas...”Penélope, mulher de Ulisses, símbolo de resignação e fidelidade. Helena, esposa de Menelau, mulher cuja beleza e infidelidade servem de pretexto à guerra contra Tróia. Virtude e vício, maniqueísmo constitutivo da identidade feminina clássica. Santa, nefasta, ardilosa, idolatrada: determinadas por uma ideologia de dominação social do masculino sobre o feminino. É a mulher lida sob o crivo do masculino.De falada a falante, a mulher pós-moderna torna-se a protagonista do seu próprio destino, deixando de ser criação ideal do homem para se instituir como criação de si mesma.É a mulher autopoética, que se utiliza de valores tradicionais como estratégia para a auto-produção, que enxerga na alteridade a possibilidade de uma troca construtiva e não uma força alienante.É a mulher que otimiza os sinais da feminilidade como valorização da própria singularidade.É a mulher antenada, metacompetente, que inclui em seus juízos recursos tipicamente femininos como a intuição e a emoção.Mirem-se, pois, no exemplo destas mulheres de Antenas... CARLA BONADIO AUDIPsicanalista

Negras, mulheres e mães

Teresinha Bernardo - Lembranças de Olga de Alaketu - O livro de Teresinha Bernardo, Negras, Mulheres e Mães, que foi sua tese de livre-docência, é uma antropologia das relações raciais no Brasil, orientada segundo dois eixos: gênero e religiosidade. Com dados muito objetivos, baseados em farta documentação, a autora situa a mulher na sociedade brasileira para mostrar as condições de inferioridade com que era referida no passado recente, sobretudo nos jornais da capital da Bahia, estado usado para fazer mostrar como a mulher quando negra fica posta em condições ainda mais adversas. Mas isso todo mundo sabe ou intui. Teresinha Bernardo reafirma o desenho do quadro nada favorável para a mulher negra, mas não fica aí, avança para a sua tese. O que ela quer mostrar? Basicamente, que a mulher negra é dotada pela sua herança cultural africana ? ainda que muito diluída, às vezes imperceptível, e em grande interação, e às vezes em conflito de valores, com a cultura nacional hegemônica, própria da formação européia, branca e cristã do Brasil ? de meios sui generis de defesa e atuação. A capacidade da mulher negra de superar enormes dificuldades no curso da vida revela-se fartamente, ao longo da investigação de Teresinha Bernardo, quando a pesquisa mira o papel da mãe. Quer dizer que não dá para entender completamente o lugar ocupado pela mulher negra na sociedade brasileira contemporânea sem considerar, padrões de comportamento e sentimentos que ligam a negra à maternidade. A apreensão dessa condição particular da mulher negra como mãe, provedora e amante é buscada pela Autora na análise do pensamento africano e afro-brasileiro configurado no mito. A religiosidade afro-brasileira é a dimensão em que tal apreensão se mostra mais completa, levando Teresinha Bernardo à reflexão sobre o candomblé e suas mulheres, suas mães, suas mães-de-santo. Olga Francisca Régis, Olga de Alaketu, a ialorixá brasileira que está há mais tempo à frente de uma comunidade de candomblé, é a escolhida metodologicamente pela Autora como símbolo e representação dessa mulher, negra e mãe. Ao se revelar aos leitores a história pessoal e institucional da mãe do Alaketu, expondo suas dimensões míticas, seu caráter e suas estratégias, a mulher genérica de que trata o livro vai se desenhando com grande nitidez e sentido. Resta finalmente passar da mulher quase mito, que é Olga, para a mulher comum, pobre, trabalhadora e anônima. É do que trata o capítulo final, povoado de mulheres do povo, sobretudo de São Paulo, permitindo conclusões que lançam novas luzes sobre os estudos da mulher, da religião e das relações raciais. Por isso este livro interessa aos estudiosos dessas temáticas, que são fundamentais para a compreensão da sociedade brasileira. Mas interessa também, e sobretudo, aos negros em geral e às mulheres negras em particular, que ainda enfrentam condições muito difíceis na construção de sua identidade e na sua luta pela plena e justa integração numa sociedade que se construiu situando-os à margem. Os interessados em religião e cultura afro-brasileira também ganham com o livro. Ganhamos todos, enfim. 193 pg. ISBN 8534703590

A vida sexual de Catherine Millet

O que faz com que uma respeitada crítica de arte decida abrirpublicamente, com inédita crueza e sem qualquer máscara, os detalhes desua movimentada vida sexual? Catherine descreve como depois de perder a virgindade aos 18 anos, começousua carreira de serial lover, transando com vários homens ao mesmo tempoem lugares variados , clubes privados, à beira de estradas, bancospúblicos, além de casas particulares , ela viveu fartamente o que sepoderia chamar (sem ranço moral) de "sexo pelo sexo", ou seja o sexo semqualquer tipo de vínculo sentimental: o sexo numérico, consecutivo,anônimo, sem preâmbulos, sem romance, puro prazer. Suas descrições decenas sexuais são precisas, quase distanciadas. Catherine faz amor com amesma naturalidade com que respira. Aos 53 anos, casada há cerca de 20 com o escritor Jacques Henric, autor dolivro de fotos que a mostra em vários nús, lançado também este ano naFrança. Catherine decidiu expor-se com total despudor. Não há em seurelato traços de exibicionismo gratuito ou tentativa de psicologizar asexperiências vividas. Apenas narra o amor físico, como tem se apresentadopara ela, em todas as suas formas e possibilidades.Com esta autobiografia sexual, Catherine Millet honra a rica tradiçãoliterária erótica francesa. Revelando o que as pessoas esforçam-se paraocultar, ela tem a coragem de viver o sexo com uma liberdade incomum. Éclaro que essa ousadia causa impacto. Mas Catherine não pretende fazerescola, ou apontar caminhos. Muito pelo contrário. Este é um livrosexualmente incorreto, que Catherine assina embaixo com todas as letras,sem qualquer disfarce.

"O Segredo"


"The secret - O Segredo" é um dos maiores fenômenos editoriais do mercado americano. Em dois meses vendeu 4 milhões de exemplares e está há cinco semanas na lista do New York Times. O livro chega às livrarias brasileiras pela Ediouro no dia 4 de maio.
"Este livro mudou minha vida", disse a apresentadora Oprah Winfrey, emocionada, ecoando em seu programa a sensação das milhares de pessoas que, já no Brasil, não apenas lêem The secret, mas reúnem-se para discuti-lo. De forma mais direta, "The secret - O segredo", o livro e o filme, torna mais acessíveis as discussões de outro documentário-sensação, What the bleep we know (Quem somos nós)
Aprenda usar o Segredo em cada aspecto da sua vida - dinheiro, saúde, relacionamentos, felicidade, e em cada interação que você tem no mundo. Você começará a entender o poder oculto e inexplarado dentro de você e esta revelação pode lhe trazer muita alegria em cada aspecto de sua vida. O Segredo contém a sabedoria de mestres contemporâneos - homens e mulheres que usaram-no para alcançar saúde, riqueza, e a felicidade. Ao aplicar o conhecimento de O Segredo, eles trazem à tona, histórias extraordinárias para curar doenças, adquirir riquezas, superar obstáculos, e alcançar o que muitos considerariam como impossível.

"Lei da Atração"


Segundo a "Lei da Atração" devemos delegar à nossa própria forma de pensar e de se relacionar com o mundo o efeito poderoso de atrair os acontecimentos. Todos guardamos dentro de nós a força motriz que faz com que nossos desejos se concretizem e que nossas idéias e projetos se tornem realidade, independente das dificuldades que ambiente externo apresente.
Para Michael Losier, autor do livro Lei da Atração - The Secret, todos vivemos inconscientemente sob esta lei. O que falta para muitos de nós é justamente ter a consciência para agir ativamente sobre ela, explicando através de nossos próprios pensamentos e atitudes tudo o que atraímos para nossas vidas (tudo de bom e também tudo de ruim!).

O livro Lei da Atração - The Secret traz todas as dicas, ferramentas e exercícios que ajudarão você a influenciar diretamente tudo o que acontece em sua vida, aumentando o impacto e a força do pensamento na realização dos seus desejos.

quinta-feira, 3 de maio de 2007

O que as mulheres nao dizem aos homens


Um dos livros mais interessantes que chegou ao mercado, nasceu de duas “craques”, cada uma em sua especialidade.

Escrito em forma de bate-papo, parece que você está ouvindo o diálogo e não lendo, tal é a cadência da narrativa. “O que as mulheres não dizem aos homens”, reúne a experiência de uma das maiores ginecologistas do Brasil, Albertina Duarte e Rose Marie Muraro, escritora e uma das mais conhecidas militantes feministas do Brasil. É a união entre a prática e a intelectual, em uma linguagem extremamente fácil de ser compreendida.

As questões abordados no livro se iniciam com a primeira menstruação, passam pela idade adulta e chega à terceira idade. Elas falam sobre virgindade. Cometam a importância de mudar o enfoque do uso da camisinha e do medo de rejeição que os adolescentes sentem.

Estão presentes no livro as conseqüências de abuso sexual, as prostitutas e a interessante experiência que Albertina teve em aldeias indígenas.

O narrativa é permeada com reflexões das questões de gênero, ou seja do enfoque e relacionamento entre homens e mulheres.

A perspectiva histórica não foi esquecida e é interessante notar as transformações pelas quais a sexualidade feminina vem passando. Se muitas coisas mudaram, outras nem tanto, um exemplo? Mulher ainda pode ser mal falada como era antigamente. A linha que separa é tênue.

Dividido em dezessete capítulos, dá para ler em uma “sentada”.

Obs: Eu nao li ainda mas parece ser interessante!



O livro é realmente muito interessante vale a pena ser lido e guardado.