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sábado, 26 de setembro de 2009

A importância das roupas e da boa aparência

As roupas têm funções que vão além da boa apresentação ou do mero embelezamento do corpo. Longe de ser um meio para canalizar leviandades, encerram em si a capacidade de seleção, competência, personalidade, equilíbrio, maturidade e mais um monte de coisas sobre quem as usa.

Vestir-se adequadamente, mesmo na intimidade, revela domínio próprio e da situação, além de assegurar a quem olha o equilíbrio estético. Mas mesmo assim, muitas de nós insistem em manter-se à margem desta opção, com a desculpa de que investir num guarda roupa apropriado é coisa para quem tem muito dinheiro e pouco para fazer.

O mesmo deve ser dito sobre a aparência: a falta de preocupação para buscar melhorar o que se mostra do corpo é, na maior parte das vezes, uma opção fácil para o desleixo ou para a falta de tempo.

Mas ambos os caminhos, o desprezo pelo vestuário e a despreocupação para com a aparência, são venenos cruéis para a boa imagem. Não deixo de me perguntar o que pode justificar a aparência desleixada, senão instabilidade emocional de quem assim se apresenta. Mostrar-se corretamente vestido não é o mesmo que gastar rios de dinheiro em roupas e manter uma boa aparência é diferente de ser narcisista ou egocentrado.

Apresentar-se corretamente, vestido e na aparência, só exige um esforço realmente grande: bom senso para planejar o que e o quanto se quer e pode mostrar e fazer um exercício para adequar esse resultado ao que se dispõe de verba, amor próprio e de tempo.

Dicas para parecer bem sem gastar muita grana

- Sabonetes, banhos, desodorantes e perfumes são bons investimentos para o olfato de quem está próximo. Se combinados com a hora do dia e situação, os perfumes só colaboram para a boa imagem.

- Xampus de boa qualidade, cabelos bem tingidos, tratados e cortados não custam caro e dependem muito mais da higiene e cuidado pessoal.

- Unhas e pés devem ser feitos todas as semanas. Nada mais feio do que esmaltes descascados e cutículas e unhas sem trato.

- Roupas devem ser escolhidas a partir de um planejamento. Comprar sem razão é gastar dinheiro sem precisar. Existem roupas para cada situação, hora e local; tomar esses cuidados é indispensável.

- Os profissionais devem entender que existem roupas para trabalhar e para o lazer. Uma é diferente da outra. A má aparência acontece quando se mistura as coisas.

Fonte: Ig delas

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Calcinhas

Se tratando de calcinhas tem gosto pra todo mundo hehehee
Eu usaria a "prepotente" duvido que vc encontre melhor..hehehe

domingo, 19 de julho de 2009

Sexo a três


Você já pensou em fazer um ménage a trois? Confira o relato de quem já fez e veja como lidar com a inusitada experiência

Não se sinta bizarra, muito menos pervertida, por pensar em sexo a três

Transar com dois ou mais parceiros sempre esteve no imaginário das pessoas, embora a maioria tenha pudores em falar sobre o assunto. “É muito difícil assumir algo que a sociedade monogâmica construiu como errado ou anormal. Há muitos tabus em torno do tema”, comenta o psicólogo Rubens Fonseca. No entanto, nem todo mundo dá conta dos sentimentos que uma experiência dessas pode trazer, seja por conta de ciúmes, medo ou simplesmente por não saber ao certo como agir.

Quem se permite provar corre o risco de gostar – ou não. Independentemente de a experiência agradar, o importante é manter o respeito consigo própria. “É possível ter diferentes experiências sexuais, mas nem todo mundo segura a onda. Querendo ou não, somos produtos da cultura que vivemos e é difícil se libertar dela”, explica Fonseca.

Muita calma nessa hora

Portanto, se você estiver pensando em um ménage, vá com calma. Não adianta se envolver numa historia dessa se você não se sente à vontade. Não dá pra querer ser “moderna” e passar por cima de valores que depois te façam mal. Para a funcionária pública Edna F., de 34 anos, a experiencia foi inesquecível. “Fui eu que tive a ideia, em uma festa de aniversário. Claro que depois de vários drinks... Escolhi a garota e chamei meu namorado. Deu tudo certo até o momento que percebi que eu não era tão moderna assim... aí fui embora! Mas nunca me arrependi de ter experimentado”, conta ela.

A experiência pode ser muito interessante para quem estiver aberta a ela. Então é melhor se soltar mesmo. Se você entra nessa, não dá para ter pudores. Tem que deixar fluir.

Performance zero

A estudante Tamy M., 24 anos, já testou e provou de várias formas. “Algumas valeram a pena e foram muito legais e prazerosas, outras não. Como namorava uma pessoa tão aberta e curiosa quanto eu, nos permitimos testar sexo com outros homens, mulheres e casais, mas claro, sem perder ou deixar de lado o respeito de nossa relação”, diz ela.

A escolha dos parceiros

Conhecidos ou estranhos? É difícil, às vezes saber quem escolher para experimentar. Tamy já teve experiência com estranhos e conhecidos. “Algumas foram bem chatas e o prazer, que era para ser o objetivo, foi deixado de lado. As pessoas ficam preocupadas em mostrar uma grande performance e esquecem o principal. Há também o problema de algumas quererem sexo somente com uma das partes, aí não dá certo. Tem que cortar porque alguém vai se sentir excluído!”, relata. Portanto, não queira fazer uma performance e se esquecer do prazer. A satisfação de todos os envolvidos é o principal nessa experiência.

Decepção

O professor Flavio Costa, 30 anos, conta que sempre fantasiou transar com duas mulheres. Mas na hora H, tudo saiu diferente do planejado. “A primeira vez elas não se tocavam, tinham vergonha. Não dava para ter prazer. Depois, tentei de novo, mas as duas me deixaram de lado. Me senti péssimo!”, desabafa.

Se você acha que não tem estrutura para isso e não consegue deixar o pudor de lado, melhor não se machucar. Mas, se acha que dá para encarar a curiosidade, prepare-se e lembre-se da dica do psicólogo: “No sexo não há certo ou errado, existe o que te dá ou não prazer, quem te satisfaz ou não”.

Lembre-se que você não está ali para estrelar um filme pornô, mas para se divertir com a nova experiência. “Não tente ser o que você não é”, conclui o especialista.

Fonte:ig Delas

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Sapatos, essa paixão...

Não me considero nem de longe uma mulher exageradamente consumista, ao contrário, meu mote vai na linha do “less is beautiful”. E compartilho com as mulheres da minha geração um certo desdém de mentirinha em relação às vaidades femininas, só não consigo entender porque gosto tanto de sapatos...

De onde será que vem esse nosso caso de amor com sapatos?

As mulheres chinesas mutilaram os pés de suas filhas durante séculos para que eles ficassem minúsculos e praticamente dobrados ao meio. Você achava que era um sinal horrendo de submissão? Eu também, mas estudiosos não descartam a possibilidade da prática ter uma conotação mais sexual e a arte erótica chinesa, de fato, parece ter várias referências às possibilidades sensuais dos pés...

Para Freud também, os pés estão carregados de sensualidade. Seriam símbolos fálicos, que os homens reconhecem e associam ao alívio de alguma ansiedade relativa à castração (sim, a gente anda, anda e não resolve essa história de castração!?).

Fetiches ou não, sapatos nos ajudam a pisar no mundo. Não são coisas da natureza, impostas, poderíamos perfeitamente bem ser uma espécie descalça. Mas, não, decidimos há eras longínquas agasalhar nossos pés. Pés são afimativos, são companheiros de caminho, escolhas...

“Um bom salto escolhe você, e não o contrário. Não siga tendências, siga a si mesma – você precisa de um sapato que a deixa alta e emperdigada. Sempre fique com a sua primeira escolha, a mais instintiva. Ela é a escolha da sua alma. Você tem de escolher um sapato que a faça parecer ainda mais interessante e sentir-se ainda mais intrépida do que já se sente normalmente. Meus sapatos não têm nada a ver com moda – eles são estados de espírito e momentos querendo ser expressos.”(Camilla Morton-Como andar de salto alto)

fonte:delas