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sábado, 27 de novembro de 2010

Agência Céumktmoda faz campanha sem photoshop

A agência paranaense Céumktmoda desenvolveu uma inusitada campanha para a marca de moda praia Lua Morena. Enquanto no mundo fashion a palavra de ordem é corrigir, criando sempre algo lúdico e que aparente ser perfeito, a campanha Verão 2011 da grife se volta para o plano da realidade. Sem usar programas de tratamento de imagem, as fotos revelam as formas femininas de modo natural e sem retoques.

Com o slogan “Absolutamente Natural”, a marca decidiu aderir a um movimento que tem crescido no exterior: divulgar a figura da mulher sem utilizar a tecnologia de softwares para retirar marcas ou quaisquer outros detalhes tidos pela mídia como “imperfeições”. Para isso, todos os anúncios da campanha receberam um selo chamado Sem Retoque, que atesta a integridade da imagem veiculada.

No Brasil, o movimento pela beleza real começa a ganhar adeptos. De acordo com Luiz Cezar Pimentel, diretor da Céumktmoda, a agência se preocupou em apresentar às consumidoras da Lua Morena o real conceito da marca, que é valorizar as feições in natura. “Sempre defendemos a tese de que “menos é mais”, pois as matérias-primas tipicamente brasileiras – tanto as modelos quanto as locações – são riquíssimas, dispensando assim qualquer necessidade de interferência de programas de tratamento de imagem”, explica.


Fonte:AdNews

sábado, 26 de setembro de 2009

A importância das roupas e da boa aparência

As roupas têm funções que vão além da boa apresentação ou do mero embelezamento do corpo. Longe de ser um meio para canalizar leviandades, encerram em si a capacidade de seleção, competência, personalidade, equilíbrio, maturidade e mais um monte de coisas sobre quem as usa.

Vestir-se adequadamente, mesmo na intimidade, revela domínio próprio e da situação, além de assegurar a quem olha o equilíbrio estético. Mas mesmo assim, muitas de nós insistem em manter-se à margem desta opção, com a desculpa de que investir num guarda roupa apropriado é coisa para quem tem muito dinheiro e pouco para fazer.

O mesmo deve ser dito sobre a aparência: a falta de preocupação para buscar melhorar o que se mostra do corpo é, na maior parte das vezes, uma opção fácil para o desleixo ou para a falta de tempo.

Mas ambos os caminhos, o desprezo pelo vestuário e a despreocupação para com a aparência, são venenos cruéis para a boa imagem. Não deixo de me perguntar o que pode justificar a aparência desleixada, senão instabilidade emocional de quem assim se apresenta. Mostrar-se corretamente vestido não é o mesmo que gastar rios de dinheiro em roupas e manter uma boa aparência é diferente de ser narcisista ou egocentrado.

Apresentar-se corretamente, vestido e na aparência, só exige um esforço realmente grande: bom senso para planejar o que e o quanto se quer e pode mostrar e fazer um exercício para adequar esse resultado ao que se dispõe de verba, amor próprio e de tempo.

Dicas para parecer bem sem gastar muita grana

- Sabonetes, banhos, desodorantes e perfumes são bons investimentos para o olfato de quem está próximo. Se combinados com a hora do dia e situação, os perfumes só colaboram para a boa imagem.

- Xampus de boa qualidade, cabelos bem tingidos, tratados e cortados não custam caro e dependem muito mais da higiene e cuidado pessoal.

- Unhas e pés devem ser feitos todas as semanas. Nada mais feio do que esmaltes descascados e cutículas e unhas sem trato.

- Roupas devem ser escolhidas a partir de um planejamento. Comprar sem razão é gastar dinheiro sem precisar. Existem roupas para cada situação, hora e local; tomar esses cuidados é indispensável.

- Os profissionais devem entender que existem roupas para trabalhar e para o lazer. Uma é diferente da outra. A má aparência acontece quando se mistura as coisas.

Fonte: Ig delas

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Acostume-se a competir pela atenção das pessoas

Receber a atenção quando se está falando nunca foi um negócio fácil, na medida em que estamos sempre concorrendo com uma série de estímulos exteriores. Mas, com as novas tecnologias de comunicação, a situação piorou muito.

As mídias convergentes, como por exemplo o Smartphone com e-mail, MSN, Messenger, Twitter, GPS, Torpedo e internet, promovem uma tal possibilidade e facilidade para captar o que acontece que é praticamente impossível competir pela atenção de quem nos ouve.

Isso fica flagrante quando vemos pessoas sentadas em torno de uma mesa de restaurante, casais, homens e mulheres de negócios ou simplesmente amigos, que ao invés de conversarem entre si, permanecem boa parte do tempo iluminados pela tela de seus celulares ou laptops recebendo ou enviando algum tipo de informação.

Esse é um fenômeno dos tempos que correm, passamos boa parte do dia nos atualizando com tantas informações que muitas vezes nem sabemos como fazer uso delas.

Por exemplo, soube num desses portais que a Monique Alfradique vai participar do elenco de “Cinquentinha”. Alguém pode me dizer o que eu faço com essa informação? Uma outra notícia me disse que a Beyoncé curte suas férias num iate na Croácia. E daí?

Hoje, qualquer lugar se presta à captação da novidade ou à confirmação do que já se sabia. A conexão fácil nos transforma em pesquisadores do supérfluo e sabedores de banalidades.

Essa overdose de notícias descartáveis não seria problema se ela não alimentasse a necessidade incontrolável pela “atualidade” e, como consequência, a atenção dispersa para tudo e todos que nos cercam, em praticamente todos os momentos da vida.

Ninguém está plenamente interessado em ninguém, recebo no Twitter perguntas sobre o que eu acho da barriga à mostra da Ivete Sangalo no meio de um almoço e simultaneamente o vibracall do meu celular me lembra que à tarde tenho um compromisso.

Prestar atenção em quem compartilha conosco uma atividade qualquer exige cada vez mais um esforço pessoal brutal. Afinal, ninguém tem a mesma agilidade e rapidez de um Smartphone, o que torna qualquer conversa lenta e sem possibilidade de escolha sobre o que se quer ouvir ou deletar.

Nisso a atenção é sempre fluida, o que não tem nada a ver com falta de atenção: estamos a todo momento dividindo a atenção entre duas ou mais atividades e é só.

Em troca, vamos lentamente nos acostumando a uma compreensão também limitada, na medida em que a consideração com o que está sendo falado está distribuída. Alguns ainda se revoltam com essa “falta de atenção”, mas não deviam porque é um fenômeno da contemporaneidade.

Receber a atenção integral de alguém é um luxo garantido apenas em alguns momentos, para as celebridades. Mesmo assim, ninguém garante que um celular esquecido ligado não estrague o momento de exclusividade.

Fonte:Ig delas

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Cariocas são chamadas de máquinas do sexo

A Justiça negou o pedido da Embratur de retirar de circulação o livro "Rio para Festeiros".

A publicação dá dicas para turistas estrangeiros conquistarem mulheres.

No guia, as cariocas são chamadas de "máquinas do sexo".

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