
A ginecologista alerta, no entanto, que a penetração muito longa pode ser desconfortável para a mulher se ela perder a lubrificação da vagina. “A fantasia é o motorzinho da lubrificação. Ela não pode perder a concentração, senão pode sentir incômodo, ardência e até sofrer fissuras”, diz Carolina. Quando o assunto é o tempo de penetração, as opiniões variam muito.
“Definitivamente gosto das transas mais longas. Não tenho noção de tempo, mas 3 minutos é muito pouco. Acima de 10 minutos é o normal. E eu gosto de cara com pegada e ritmo – e nada no ritmo de valsa e bolero, se é que você me entende”, conta G. A, 22 anos.
Todas concordam num aspecto: nenhuma deseja que o parceiro goze rápido e pare.
“A masturbação é um exercício infalível. O homem que ejacula muito rápido pode se exercitar se masturbando e apertando a glande (cabeça) quando sentir que está para gozar, retardando a ejaculação”, ensina Carolina. O preservativo também ajuda, ele diminui levemente a sensibilidade da glande. Durante a relação, o homem pode parar de se movimentar e deixar que apenas a mulher continue, para retardar o orgasmo dele. A comunicação é essencial para que os dois saiam satisfeitos, e ela nem sempre precisa ser falada. Dar sinais do que está bom ou não durante a transa é primordial. Elas costumam gemer ou se mexer de forma específica para dizer ao parceiro que aquilo a agrada, ou o que não está bom. “Ninguém consegue dar esses sinais se não se conhecer e saber os pontos que mais dão prazer. A masturbação é um exercício importantíssimo para a saúde da vida sexual, tanto para homens quanto para mulheres”, afirma a ginecologista. Entre casais que têm o hábito de se masturbar, a questão do tempo não costuma ser problema. Comunicação é essencial e não precisa ser falada. Você deve conhecer os pontos que dão mais prazer e saber o que quer e como conseguir. Para isso, a masturbação é o melhor exercício.
Fonte: Jornal Livre
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