quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Simmmm..São as mulheres que escolhem seus parceiros!

Comentário feito por Zé Caparica.....

O homem escolhe a mulher que ele quer para entrar na fila (se houver fila), e tentar passar no teste. A mulher tem um poder de escolher e uma facilidade cruel de dizer "não", enquanto o homem tem que ter a coragem de pedir e a dificuldade ingrata de engolir esse "não". A mulher tem uma lista de exigências. Além de um porte físico interessante o homem ainda precisa ter capacidade financeira e intelectual, ser divertido e carinhoso, inteligente e capaz de suportar e sublimar ambiguidades, ao passo que para ele a mulher basta ser nova, bonita, carinhosa e que o faça gemer sem sentir dor. A mulher não é cobiçada por todos os homens,e nem consegue todo homem que quer. Mas, se houver comparação, a probabilidade de uma mulher conseguir conquistar um homem que ela queira é dezenas de vezes maior que a do homem conseguir a que quer. E muito mais barata. Porque a mulher se basta, e um homem sozinho, sem acessórios, tem suas chances próximas a zero. Nós temos o direito de escolher nossas parceiras, é claro, temos até o direito de saber que somos desejados e não desejar. Mas a Natureza nos fez machos e fêmeas, e transformar isso em masculino e feminino é que torna as coisas complexas. Se nos fosse dado o direito de ser macho, eu entrava na porrada com o outro pretendente e, se vencesse seria o escolhido naturalmente. Mas hoje as forças são medidas por valores subjetivos. O mais forte deixou de ser o mais forte para ser o mais poderoso, o que é muito diferente. Ter o poder é a maior arma de sedução de um homem. Ter um corpão e uma inteligência mediana, é a maior arma de sedução da mulher. Se for inteligente demais o homem se assusta e não a quer. Se não tiver um "troféu" a mostrar, também não. Tristes realidades de uma hipocrisia que fascina a humanidade. A gente nem sabe porque é assim.

Autor: Ze Caparica



domingo, 28 de outubro de 2012

Mulher ordinária é assim....


Aparência – A mulher ordinária anda vulgarizada, com pouca roupa e muita coisa de fora. Em alguns casos precisa andar que nem uma palhaça pra mostrar que é descolada, imita a moda da novela das 9 e se veste como uma índia da 25 de março, faz uma maloca no cabelo pra mostrar que é da paz, coloca strass e acessórios brilhantes ou dourados pelo corpo para forjar um brilho que não possui.

Comportamento – A ordinária não tem meio termo ou gosta de chegar berrando para que seja o centro das atenções ou fica quieta feito uma múmia. No primeiro caso geralmente são aquelas garotas que cortam a conversa dos outros, não querem saber o que o cara tem pra dizer (a menos que seja algo que ela possa tirar proveito, como dinheiro), gesticulam feito um molusco epilético, cometem erros sutis de português (“seje”, “menas pessoas”, “mazoquista”) e não se incomodam em tirar aquele resto de remela com maquiagem na frente do rapaz e depois olhar o dedinho pra ver o que saiu. No caso da múmia, não há muito que dizer, ela só abre a boca pra colocar comida e…deixa pra lá.

Trabalho – Não é afeita ao trabalho. Ou não precisa, pois sua família banca seus caprichos e viverá a eterna geração canguru dentro da bolsinha da mamãe; ou tem preguiça. No primeiro caso, sonham em encontrar um cara rico que a banque, geralmente tem mais sorte que a segunda, pois parte desses caras também será gerente de herança. No caso da que tem preguiça, é só tristeza. Pois pobre e preguiçosa, nem o coveiro vai querer. E essa característica pra mim é muito emblemática. Digo com muita convicção que das mulheres que eu conheci, 90% das que não trabalhavam (mais matemática) eram ordinárias.

Artes – Essa é batata. A tríplice pergunta livro, cinema e teatro é capaz de identificar uma ordinária em minutos. Se a garota responder “não gosto” para duas das 3 opções, ordinarice detected. Agora, se ela falar que é fã dos livros da Gasparetto / Paulo Coelho, que amou o último filme da Xuxa na Serra Pelada e que a última peça que assistiu foi Saltimbancos, é mais do que ordinária.

Fonte: Manual do Cafajeste

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Veja 4 erros que os homens cometem no casamento



1 - Pensar apenas em si mesmo durante a relação sexual
Muito homens desprezam e ignoram que as mulheres precisam sentirem-se confortáveis para ficarem excitadas. Se isso não é um problema para os homens, o corpo feminino funciona de maneira diferente e precisa de mais atenção e de tempo para entrar no clima. Em geral, os homens também pensam que o contato físico é a coisa mais importante, enquanto as mulheres precisam antes sentir uma conexão emocional com eles.
Na próxima vez: deixe o ambiente a meia luz, pergunte à parceira o que ela gostaria de fazer e então se esforce para realizá-la com mais frequência.
2 - Não entender os sentimentos femininos e não ouvir
Ao ouvir qualquer reclamação feminina, os homens logo querem saber como 'resolver' a situação e não escutam de fato o que a parceira quer dizer. Para as mulheres, é mais importante saber que o homem está ouvindo e interessado.

Na próxima vez: ouça a mulher, pergunte como ela se sente e demonstre real interesse pelo que ela diz e não apenas aos fatos.
3 - Assumir o papel de 'rei do castelo'
Consciente ou inconscientemente, os homens se reservam o papel de liderança no relacionamento, quando o casal deveria ocupar o mesmo lugar. Alguns homens não entendem que não precisam sempre mandar em tudo. Trata-se do erro mais grave depois da infidelidade, segundo a psicóloga Gloria Vanderhorst. Uma das maneiras mais comuns de demonstrar isso é fazer compras importantes, como a de um carro, por exemplo, sem consultar a mulher.

Na próxima vez: casamento é democracia e não monarquia. Mostre a sua mulher que está comprometido em discutir questões que afetam a vida a dois, antes de tomar decisões
4 - Não expor seus sentimentos
Muitos homens cresceram com a impressão de que falar sobre seus sentimentos é sinal de fraqueza, o que é um erro. É preciso força e coragem para se abrir, além disso torna a relação mais forte e saudável.

Na próxima vez: fale para sua mulher como você se sente, incluindo coisas que lhe assustam ou preocupam. Ela irá apreciar a atitude e retribuir a confiança e intimidade que foi mostrada.
Fonte: Terra

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Prof.Sandra 65.555

             "Juventude com Atitude"
A prof.Sandra tem como  proposta contribuir com as 
discussões acerca do funcionamento  das relações do processo de educação e socialização dos jovens arujaenses.

O projeto volta-se, por um lado, para o estudo da juventude brasileira e seus projetos de vida. Entendendo a juventude como uma categoria construída a partir de critérios históricos, culturais e sociais , ressaltamos a importância de colocarmos em discussão o modo como os sujeitos jovens vêm vivenciando esta etapa da vida na sociedade contemporânea.

Neste projeto, acreditamos ser fundamental dar voz a estes atores, na intenção de compreendermos de que forma os mesmos vêm significando suas vivências e projetando 
suas ações presentes e futuras. A discussão sobre os projetos almejados pela juventude faz-se extremamente relevante. Segundo Damon (2009), um dos maiores problemas destacados pelos jovens na atualidade é o sentimento de “vazio” que declaram possuir. Para muitos deles, a apatia e a ansiedade, por exemplo, são sentimentos que vêm se tornando freqüentes, assim como a falta de objetivos, aspirações e ações nos quais se engajar. Desta 
forma, a juventude vem sendo vivenciada e experimentada sem que o sujeito tenha claro quais metas pretende alcançar. Por outro lado, a sociedade contemporânea vem incentivando o senso de individualidade, competição e imediatismo, o que leva a juventude a ter como valor principal a satisfação de seus interesses pessoais. Assim, uma questão que se coloca é a de como educar a(s) juventude(s) brasileira(s) tendo em vista a construção de projetos vitais. De forma sucinta, um projeto vital (purpose) pode ser compreendido como metas ou objetivos que dão origem a ações presentes e futuras, sendo tais elementos significativos para o sujeito e trazendo, ao mesmo tempo, implicações mais amplas, voltadas 
para o mundo e a sociedade ao seu redor.

Obs: Artigo baseado no texto de  Cristina Satiê de Oliveira(pedagogia)

sábado, 14 de julho de 2012

PCdoB contribui com maior fatia da verba partidária para campanha de mulheres


Ao comentar reportagem da Folha de S.Paulo publicada segunda-feira (11), a deputada Jô Moraes (MG), integrante da bancada feminina do Congresso Nacional, lembrou que a participação das mulheres nos partidos é estimulada há praticamente 20 anos.
“Isso fez com que as mulheres da legenda tenham tido ocupação de espaços internos nas direções e, sobretudo, as tenha levado a candidaturas, tornando efetivas lideranças”, diz.
Ela observou, ainda, que o PCdoB, além de contar com a maior bancada feminina na Casa, proporcionalmente, prestigia o gênero, tendo como líder na Câmara uma mulher, a deputada Luciana Santos (PE), que também é vice-presidente da sigla.
O PCdoB é, também, segundo a reportagem da Folha, a única sigla que, proporcionalmente, contribuiu com mais verbas partidárias para as mulheres do que para os homens na campanha eleitoral. Mas, ainda segundo a reportagem, nas inscrições, porém, o partido também ficou abaixo da cota dos 30% (leia aqui).
A Lei 12.034/09 determina que 30% das vagas em eleições proporcionais (deputado e vereador) sejam reservadas para mulheres. Essa cota, porém, raramente é atingida. A alegação é que os 30% na inscrição não são atingidos por uma herança cultural na sociedade brasileira.
“Apesar de todos os estímulos na vida partidária ainda não conseguimos superar o que diz respeito à vida privada das mulheres”, diz.
Dentre as dificuldades, a deputada destaca a dupla jornada das mulheres (trabalho e família), que muitas vezes se conflita com a militância. O desafio é maior, pois a mulher passa a enfrentar uma tripla jornada. “Nosso objetivo é o empoderamento da mulher na política. Ela tem que ser militante em seu cotidiano”, defende.
O partido – A legenda com a maior bancada de mulheres na Câmara, proporcionalmente, é integrada pelas deputadas Luciana Santos (PE); Perpétua Almeida (AC); Alice Portugal (BA); Jô Moraes (MG); Jandira Feghali (RJ) e Manuela d’Ávila (RS).
Assessoria de Comunicação
Liderança do PCdoB/CD
Tatiana Alves

Participação das Mulheres na Política


A história brasileira retrata a escassa participação feminina na política. Considerando que, somente em 1932 algumas mulheres (casadas, viúvas ou solteiras com renda própria) puderam ter direito de participar das eleições, como eleitoras ou candidatas, verifica-se um substancial aumento de inclusão, analisando-se os índices atuais, onde elas representam mais da metade dos eleitores do país.
Esse aclive se evidencia no destacado número de mulheres que hoje exercem importantes funções no setor público e em cargos de destaque de liderança.
Nas eleições históricas de 2010, vimos, pela primeira vez, disputando o cargo de Presidente da República do Brasil duas mulheres, sendo que, em 31 de outubro de 2010, Dilma Roussef venceu as eleições presidenciais, tornando-se a primeira mulher a exercer a mais alta função do Poder Executivo nacional, o mais alto cargo político da nação.
Recentemente, nossa Presidente foi a primeira mulher a proferir o discurso da Assembléia Geral das Nações Unidas. Nas suas palavras: "Pela primeira vez, na história das Nações Unidas, uma voz feminina inaugura o debate geral. É a voz da democracia e da igualdade se ampliando nesta tribuna que tem o compromisso de ser a mais representativa do mundo." Diga-se que a tarefa de abrir a Assembléia Geral da ONU está a cargo do Brasil desde a 1ª Sessão Especial da Assembléia, em 1947.
As normas eleitorais, de sua vez, vêm incentivando a participação feminina no cenário político brasileiro. Atualmente, pelo menos 30% dos candidatos devem ser mulheres dentro dos partidos políticos ou coligações (Lei 9.504/97, art. 10 com redação alterada pela Lei12.034/2009).
Esta, visando estimular a igualdade participativa de homens e mulheres na política, além de estabelecer programas de promoção e difusão da participação política feminina, determinou a obrigatoriedade dos partidos políticos destinarem 5% do fundo partidário à formação política das mulheres, prevendo punição para o descumprimento da regra e da não observância do percentual mínimo de vagas destinadas a mulheres dentro dos partidos.
Mesmo com a emancipação feminina, consolidada pela Constituição Federal de 1988, que equiparou homens e mulheres em direitos e obrigações (CF, art. , inciso I), o crescente número de eleitoras femininas e a conquista em vários cargos antes de exclusividade dos homens, somado às regras incentivadoras de maior participação, ainda é pequena a representatividade da mulher na política brasileira.
O tema, inclusive, foi objeto de debate na Comissão de Reforma Política do Senado, que, pretendendo a reforma do atual sistema, buscava o estabelecimento de quotas para mulheres nas listas de candidatos das agremiações partidárias. Sistema de quotas, no entanto, já se mostrou ineficaz para diminuir o vácuo existente entre os postulantes a vagas ou cargos públicos.
Lizete Andreis Sebben
Advogada e ex-Juiza do TRE/RS
www.lizetesebben.com.br
lizasebben@terra.com.br


terça-feira, 31 de janeiro de 2012

As pesquisas mostram que as mulheres estão fazendo cada vez mais sexo..!



As pesquisas mostram que as mulheres estão fazendo cada vez mais sexo...!


Boa parte dessas mulheres está mentindo. Elas dizem que fazem sexo com o namorado todo dia porque acham que essa é a resposta certa, que é isso que as pessoas esperam delas. Só que continuam com a sensação de que há algo errado com elas, porque, de alguma forma, não estão correspondendo a uma expectativa. O pior de tudo é que essa cobrança faz com que elas se sintam insatisfeitas com o relacionamento sexual que têm. Se não houvesse tanta pressão externa, muitas poderiam ter uma relação sexual por mês e ser perfeitamente felizes. Em meu consultório aparecem muitas mulheres jovens e bonitas para as quais ler um livro ao lado do namorado pode ser tão prazeroso quanto fazer sexo.


Obs: Susie Orbach, 53 anos, é professora da London School of Economics (psicanalista inglesa).


Meninas.. e ai...?? Vcs concordam com isso??