sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Quem disse que mulher de cinqüenta anos é velha?

O que se percebe nesses novos tempos é que ter cinqüenta anos não macula a beleza das que vivem de bem com a vida, não limita a trajetória das que têm projetos e não diminui a capacidade das que sabem se reinventar. Ao contrário, permite a liberdade de se opor ao que não se concorda, ser veemente com o que se acredita e perder a memória para o que e quem não vale a pena.

É tudo uma questão de mudar a percepção sobre o tempo na vida das mulheres, de não se deixar empalidecer pelas rugas ou sucumbir pelo que é suposto de acontecer. No final das contas, envelhecer é ter acumulado um repertório de histórias, boas e más; ter vivido, experimentado e gostado de muitas coisas e ter se transformado numa coletânea de experiências que tornam a mulher muito mais interessante

Agora, para chegar de bem com a vida nessa idade é preciso apostar em si desde mocinha, acreditar que as histórias boas se repetem, mas precisam de esforço, e que todo dia é um bom dia para mudar o que não está bom.

Mas é necessário que todas as mulheres, mesmo as ainda jovens, ajudem a acabar com o preconceito de que só o vigor físico marca ponto, e comecem a valorizar o que não pode ser visto logo ao primeiro olhar . Lembremos que o tempo não é o vilão de nenhuma narrativa; ao contrário, ele é o que enriquece a história.

Madonna, Marília Gabriela e Monique Evans que o digam: as três estão cada dia mais ativas, cheias de viço, com vontade de viver e melhorar
fonte: Delas

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